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	<title>interaction design, neuroscience, innovation, socialdesign de experiência | interaction design, neuroscience, innovation, social</title>
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		<title>O design de informação e design de experiência</title>
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		<pubDate>Sun, 06 Sep 2009 18:37:55 +0000</pubDate>
		<dc:creator>julius</dc:creator>
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		<description><![CDATA[O design da informação tem suas raízes na publicidade e no design gráfico, ainda que poucas pessoas dessas áreas o coloquem em prática intencionalmente. O design da Informação trata da organização e apresentação de dados e a sua transformação em informações significativas. Embora a criação de tais informações seja algo que compete a todos, em certa medida, ela só recentemente foi identificada como uma disciplina comprovada, com processos que podem ser empregados ou ensinados. Infelizmente, são poucos os recursos para a aprendizagem sobre as práticas de design da informação. Segundo Shedroff, ao criar projetos, caso se esteja de posse de uma quantidade substancial dedados, é mais fácil começar pelo desenho‐organização da informação, caso contrário écomeçar pelo processo de design de interação. O design da informação não ignora questões estéticas, apenas não se concentra nelas. No entanto, não há nenhuma razão para que dados estruturados ou bem projetados não possam ser visualmente agradáveis. Um entendimento dessa disciplina inicia‐se com a perspectiva essencial que a grande quantidade de coisas que bombardeia os nossos sentidos quotidianamente, não são pedaços de informação, mas simplesmente dados. Enquanto o design da informação incide essencialmente sobre a representação de dados e sua posterior apresentação, a ênfase do design [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O design da informação tem suas raízes na publicidade e no design gráfico, ainda que poucas pessoas dessas áreas o coloquem em prática intencionalmente. O design da Informação trata da organização e apresentação de dados e a sua transformação em informações significativas. Embora a criação de tais informações seja algo que compete a todos, em certa medida, ela só recentemente foi identificada como uma disciplina comprovada, com processos que podem ser empregados ou ensinados. Infelizmente, são poucos os recursos para a aprendizagem sobre as práticas de design da informação.</p>
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<p>Segundo Shedroff, ao criar projetos, caso se esteja de posse de uma quantidade substancial dedados, é mais fácil começar pelo desenho‐organização da informação, caso contrário écomeçar pelo processo de design de interação. O design da informação não ignora questões estéticas, apenas não se concentra nelas. No entanto, não há nenhuma razão para que dados estruturados ou bem projetados não possam ser visualmente agradáveis. Um entendimento dessa disciplina inicia‐se com a perspectiva essencial que a grande quantidade de coisas que bombardeia os nossos sentidos quotidianamente, não são pedaços de informação, mas simplesmente dados.</p>
<p>Enquanto o design da informação incide essencialmente sobre a representação de dados e sua posterior apresentação, a ênfase do design de interação é sobre a criação de experiências. O design de interação pensa o que são experiências. Como cria‐las? Como saber quando são bem sucedidas? Quais são as experiências mais satisfatórias? Para Shedroff uma das agradáveis experiências é a conversa com outra pessoa durante uma refeição. Para ele, a conversa, é uma experiência preterida à tv, ao livro, ou ao uso qualquer produto interativo. E qual o papel das interfaces nesse processo, interfaces – entendidas aqui como o espaço no qual se estrutura a interação entre um sujeito e um objeto ou signo,visando à realização de uma ação efetiva (BONSIEPE, 1997, p.12)</p>
<p>Mauro Pinheiro diz que em uma interface de qualquer experiência, quer tecnológica, física, ou conceitual, deve existir uma mensagem e um motivo para se comunicar e começam com a criação do significado e do desenvolvimento de formas adequadas de interatividade. Em muitos casos, basta compreensão desses conceitos para o desenvolvimento de melhores experiências, mas geralmente é necessário para fazer face a estes atributos, especificamente, uma forma explícita e processual.</p>
<p>Embora a preocupação com o contexto de uso e com as características dos usuários não tenha surgido com o design de interação, esse discurso passou a ser central para os designers envolvidos com projetos de mídia interativa. De fato, a importância dada à experiência de uso chega a ser tamanha que muitos designers começam a usar o termo “design da experiência” (experience design) para definir sua área de atuação. Neste ponto convém perguntar: existe diferença entre design de interação e design da experiência? É claro que não há uma resposta fácil. Os termos são utilizados indistintamente com sentido semelhante por muitos profissionais do mercado. A diferença parece existir mais na concepção que alguns têm de seu trabalho, o que implica abraçar um ou outro termo, do que propriamente em características distintas.</p>
<p><!--Digiprove_Start--><br /><span style="vertical-align:8px; float:left; padding:2px;border:0px" title="certified 3 November 2009 14:11:36 UTC by Digiprove certificate P2065" ><a href="http://www.digiprove.com/show_certificate.aspx?id=P2065;guid=_AH31yDz4kSKbyLc3DnMEg" target="_blank" style="border:0px; background-color:#FFFFFF; text-decoration: none;" ><img src="http://www.digiprove.com/images/dp_seal_trans_16x16.png" style="vertical-align:middle; display:inline; border:0px" border="0"> <span  style="font-family: Tahoma, MS Sans Serif; font-size:11px; color:#636363; letter-spacing:normal" onmouseover="this.style.color='#A35353';" onmouseout="this.style.color='#636363';">Copyright secured by Digiprove&nbsp;&copy; 2009</span></a><!--CEADEDA7BC06061CE9A3E283D90FE03525E473E8D51ADA0B4B47ABCCD2BDA513--></span><br /><!--Digiprove_End--></p>
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