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	<title>interaction design, neuroscience, innovation, socialinteraction design, neuroscience, innovation, social | interaction design, neuroscience, innovation, social</title>
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	<description>change perspectives</description>
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		<title>Venkat Ramaswamy discute o poderoso papel do cliente em estratégias inovadoras</title>
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		<pubDate>Mon, 09 Jan 2012 18:53:16 +0000</pubDate>
		<dc:creator>julius</dc:creator>
				<category><![CDATA[Inovação]]></category>
		<category><![CDATA[cocriação]]></category>
		<category><![CDATA[inovação]]></category>
		<category><![CDATA[venkat ramaswamy]]></category>

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		<description><![CDATA[Algo no site da HSM me chamou à atenção, o link que discorre a respeito de cocriação, que é algo muito importante para a Voël. Resolvi então separar o que tinha de importante no texto  (quase tudo) que traz alguns pontos que Venkat Ramaswamy, co-autor do livro “O futuro da competição: cocriando valor único com os clientes”, demonstra o poder da cocriação para as organizações: Quatro princípios da cocriação As partes envolvidas não irão participar ativamente, a menos que a cocriação também gere ou proporcione a geração de valor – para indivíduos, a participação está ligada à criação de valor psicológico (satisfação no trabalho, autoestima, valorização) ou econômico (oportunidades de carreira, salários, benefícios), mas também para organizações, há necessidade de geração de valor econômico (redução de custos, aumento de produtividade e receita) ou, em alguns casos, a possibilidade de geração de valor social; A melhor maneira de cocriar valor é focar nas experiências das partes envolvidas – a maioria das organizações tem foco na criação de valor econômico. Cocriadores bem-sucedidos, no entanto, possuem foco em criar experiências recompensadoras para clientes, funcionários, fornecedores e outros envolvidos; Os envolvidos devem e precisam interagir entre si – na maioria das organizações, o trabalho é [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Algo no site da <a href="http://www.hsm.com.br" target="_blank">HSM</a> me chamou à atenção, o <a href="http://www.hsm.com.br/editorias/inovacao/cliente-como-protagonista-na-inovacao-e-desenvolvimento">link</a> que discorre a respeito de cocriação, que é algo muito importante para a <a href="http://www.voel.in" target="_blank">Voël</a>. Resolvi então separar o que tinha de importante no texto  (quase tudo) que traz alguns pontos que Venkat Ramaswamy, co-autor do livro “O futuro da competição: cocriando valor único com os clientes”, demonstra o poder da cocriação para as organizações:</p>
<h2>Quatro princípios da cocriação</h2>
<ol>
<li>As partes envolvidas não irão participar ativamente, a menos que a cocriação também gere ou proporcione a geração de valor – para indivíduos, a participação está ligada à criação de valor psicológico (satisfação no trabalho, autoestima, valorização) ou econômico (oportunidades de carreira, salários, benefícios), mas também para organizações, há necessidade de geração de valor econômico (redução de custos, aumento de produtividade e receita) ou, em alguns casos, a possibilidade de geração de valor social;</li>
<li>A melhor maneira de cocriar valor é focar nas experiências das partes envolvidas – a maioria das organizações tem foco na criação de valor econômico. Cocriadores bem-sucedidos, no entanto, possuem foco em criar experiências recompensadoras para clientes, funcionários, fornecedores e outros envolvidos;</li>
<li>Os envolvidos devem e precisam interagir entre si – na maioria das organizações, o trabalho é sequencial e hierárquico. Isso gera grandes perdas na possibilidade de diálogo. É preciso deixar que as partes envolvidas se apresentem livremente à mesa de discussões, e não se imbuir da decisão de quais delas devem ou não compor a mesa;</li>
<li>As empresas devem proporcionar plataformas que permitam aos envolvidos interagir e dividir experiências – nesse ponto, Ramaswamy ressalta que o uso da internet e das novas mídias facilitam a aproximação, mas lembra que tais ferramentas não são as únicas disponíveis.</li>
</ol>
<h2>Estratégia da cocriação</h2>
<table border="1" align="left">
<tbody>
<tr>
<td></td>
<td>
<h3>Estratégia Tradicional</h3>
</td>
<td>
<h3>Estratégia Cocriativa</h3>
</td>
</tr>
<tr>
<td>
<h3>Valores</h3>
</td>
<td>Cria valor entregando experiências definidas a um grupo selecionado de clientes</td>
<td>Cria valor mediante constante melhoria das experiências para todos os envolvidos</td>
</tr>
<tr>
<td>
<h3>Metas</h3>
</td>
<td>Estabelece metas estratégicas prontas e não as modifica de modo significativo</td>
<td>Usa metas como pontos de partida e deixa a estratégia como um todo surgir ao longo do tempo</td>
</tr>
<tr>
<td>
<h3>Foco</h3>
</td>
<td>Foco nos interesses da companhia: quais são, como maximizá-los em relação à concorrência</td>
<td>Foco nos interesses de todas as partes envolvidas e em como ganhar participação em todo o ecossistema</td>
</tr>
<tr>
<td>
<h3>Vantagem</h3>
</td>
<td>Atingir escala antes da concorrência e realizar movimentos fortes e agressivos, como aquisições e grandes investimentos</td>
<td>Gerar engajamento de acionistas e partes envolvidas, por meio da interação e compartilhamento de experiências, elevando produtividade, criatividade e reduzindo custos.</td>
</tr>
</tbody>
</table>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Abertura de projeto: MBA em Empreendedorismo e desenvolvimento de Novos Negócios</title>
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		<pubDate>Thu, 15 Dec 2011 01:23:07 +0000</pubDate>
		<dc:creator>julius</dc:creator>
				<category><![CDATA[mba]]></category>
		<category><![CDATA[empreendedorismo]]></category>
		<category><![CDATA[FGV]]></category>
		<category><![CDATA[MBA]]></category>
		<category><![CDATA[mercado]]></category>
		<category><![CDATA[negócios]]></category>
		<category><![CDATA[plano de negócios]]></category>

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		<description><![CDATA[O nome é longo e suscita certa curiosidade ou talvez uma simples pergunta: E daí? Bem, a descrição do curso está aí: O que é Há um consenso entre os especialistas que o empreendedorismo é um fenômeno irreversível e os números das entidades especializadas mostram uma tendência empreendedora natural do povo brasileiro em sua busca pelo crescimento econômico e social do país. Além disso, as micro e pequenas empresas, juntas, respondem por 99% do número total de empresas formais no Brasil, por 57% dos empregos totais e por 26% da massa salarial do país. O empreendedorismo promove a distribuição de renda e tem grande capacidade de gerar empregos, fato que mostra, entre esses e outros motivos, a necessidade de aumentar e perpetuar a discussão e promoção do empreendedorismo no país, como forma contínua de apoio aos novos empreendimentos e, consequentemente, formação de empreendedores, para estimular a expansão das pequenas e médias empresas no Brasil. Objetivo Preparar os participantes para assumirem um espírito empreendedor; capacitar os participantes com um conjunto de técnicas, metodologias e ferramentas ligadas ao espírito empreendedor; Capacitar os participantes para atuar na administração, análise, avaliação e tomadas de decisões referentes aos processos técnico-gerenciais das pequenas e médias empresas; [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O nome é longo e suscita certa curiosidade ou talvez uma simples pergunta: E daí? Bem, a descrição do curso está aí:</p>
<div>
<h2>O que é</h2>
<p>Há um consenso entre os especialistas que o empreendedorismo é um fenômeno irreversível e os números das entidades especializadas mostram uma tendência empreendedora natural do povo brasileiro em sua busca pelo crescimento econômico e social do país. Além disso, as micro e pequenas empresas, juntas, respondem por 99% do número total de empresas formais no Brasil, por 57% dos empregos totais e por 26% da massa salarial do país.</p>
</div>
<div>
<p>O empreendedorismo promove a distribuição de renda e tem grande capacidade de gerar empregos, fato que mostra, entre esses e outros motivos, a necessidade de aumentar e perpetuar a discussão e promoção do empreendedorismo no país, como forma contínua de apoio aos novos empreendimentos e, consequentemente, formação de empreendedores, para estimular a expansão das pequenas e médias empresas no Brasil.</p>
<h2>Objetivo</h2>
<div>
<p>Preparar os participantes para assumirem um espírito empreendedor; capacitar os participantes com um conjunto de técnicas, metodologias e ferramentas ligadas ao espírito empreendedor;</p>
</div>
<div>
<p>Capacitar os participantes para atuar na administração, análise, avaliação e tomadas de decisões referentes aos processos técnico-gerenciais das pequenas e médias empresas;</p>
</div>
<div>
<p>Criar condições para o desenvolvimento de um Plano de Negócios;</p>
</div>
<div>
<p>Oferecer um quadro referencial que permita aos participantes a imediata aplicação dos conceitos na análise de novos negócios, de pequeno, médio e grande portes, de todos os setores da economia nacional;</p>
</div>
<div>
<p>Preencher uma lacuna encontrada no mercado de treinamento de executivos de nível superior;</p>
</div>
<div>
<p>Promover a troca de experiências entre os professores e os participantes do curso;</p>
</div>
<div>
<p>Peparar os participantes para assumirem posições gerenciais e de grande responsabilidade em suas carreiras profissionais.</p>
<p>Retirei essas informações da página da <a title="FGV" href="http://mgm-rio.fgv.br/cursos-detalhes/mba-em-empreendedorismo-e-desenvolvimento-novos-negocios" target="_blank">FGV</a> e que podem ajudar quem se interessar pelo assunto. Enfim, nos próximos posts vou contar como a coisa está acontecendo e se realmente é tão bom quando ouvimos dizer em revistas e jornais do ramo.</p>
<p>&nbsp;</p>
</div>
</div>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Dean Buonomano: “O nosso cérebro não é moderno”</title>
		<link>http://www.julius.com.br/artigo/dean-buonomano-%e2%80%9co-nosso-cerebro-nao-e-moderno%e2%80%9d/#utm_source=feed&#038;utm_medium=feed&#038;utm_campaign=feed</link>
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		<pubDate>Sun, 18 Sep 2011 20:39:06 +0000</pubDate>
		<dc:creator>julius</dc:creator>
				<category><![CDATA[artigo]]></category>

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		<description><![CDATA[A melhor forma de se proteger contra a herança de nosso passado é aprender como o cérebro funciona. http://glo.bo/qcv9Qg]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A melhor forma de se proteger contra a herança de nosso passado é aprender como o cérebro funciona.</p>
<p><a href="http://glo.bo/qcv9Qg">http://glo.bo/qcv9Qg</a></p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Neurociência: interface cérebro-máquina</title>
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		<pubDate>Fri, 01 Jul 2011 04:11:13 +0000</pubDate>
		<dc:creator>julius</dc:creator>
				<category><![CDATA[artigo]]></category>
		<category><![CDATA[evento]]></category>

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		<description><![CDATA[O projeto Sempre um Papo trouxe a Belo Horizonte o neurocientista Miguel Nicolelis. Nicolelis é diretor na Universidade de Duke do Duke s Center for Neuroengineering e é também fundador e Diretor Científico do Instituto Internacional de Neurociências de Natal Edmond e Lily Safra. Watch this video on YouTube. &#160; O objetivo era falar do seu livro “Muito Além do Nosso Eu” (Ed. Companhia das Letras) e também dividir seu sonho de fazer do Rio Grande do Norte no Estado da Ciência. Acredito que mais do que isso seu objetivo era motivar quem quer que seja a buscar o conhecimento de forma incansável. E se o próprio @miguelnicolelis se emociona com seus sonhos impossíveis, isso não poderia ser diferente comigo. No livro ele defende &#8220;a tese de que, nas próximas décadas, ao combinar essa visão realativística do cérebro com nossa crescente capacidade tecnológica de ouvir e decodificar sinfonias neuronais cada vez mais complexas, a neurociência acabará expandindo a limites quase inimagináveis a capacidade humana, que passará a se expressar muito além das fronteiras e limitações impostas tanto por nosso frágil corpo de primatas como por nosso senso de eu.&#8221; Vai ler então&#8230;]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O projeto <a title="Sempre um Papo" href="http://www.sempreumpapo.com.br/agenda/integra.php?id=901&amp;idCid=1">Sempre um Papo</a> trouxe a Belo Horizonte o neurocientista Miguel Nicolelis. Nicolelis é diretor na Universidade de Duke do Duke s Center for Neuroengineering e é também fundador e Diretor Científico do <a title="Instituto Internacional de Neuro Ciências" href="http://www.natalneuro.org.br">Instituto Internacional de Neurociências de Natal Edmond e Lily Safra</a>.</p>
<div class="lyte" id="WYL_gqaX3BSA93s" style="width:480px;height:360px;"><noscript><a href="http://youtu.be/gqaX3BSA93s"><img src="http//img.youtube.com/vi/gqaX3BSA93s/0.jpg" alt="" width="480" height="360" /><br />Watch this video on YouTube.</a></noscript><script type="text/javascript"><!-- 
 (function(){var d=document;var w=window;if(w.addEventListener){w.addEventListener('load', insert, false)}else{w.onload=insert} function insert(){if(!d.getElementById('lytescr')){lytescr=d.createElement('script');lytescr.async=true;lytescr.id='lytescr';lytescr.src='http://www.julius.com.br/wp-content/plugins/wp-youtube-lyte/lyte/lyte-min.js?wylver=0.9.4';h=d.getElementsByTagName('script')[0];h.parentNode.insertBefore(lytescr, h)}};}()) 
 --></script></div>
<p>&nbsp;</p>
<p>O objetivo era falar do seu livro “Muito Além do Nosso Eu” (Ed. Companhia das Letras) e também dividir seu <a href="http://jornaldecaruaru.wordpress.com/2011/04/16/miguel-nicolelis-%E2%80%93-o-homem-dos-sonhos-impossiveis/">sonho</a> de fazer do Rio Grande do Norte no Estado da Ciência. Acredito que mais do que isso seu objetivo era motivar quem quer que seja a buscar o conhecimento de forma incansável. E se o próprio <a href="http://twitter.com/#!/MiguelNicolelis">@miguelnicolelis</a> se emociona com seus sonhos impossíveis, isso não poderia ser diferente comigo.</p>
<p>No livro ele defende &#8220;a tese de que, nas próximas décadas, ao combinar essa visão realativística do cérebro com nossa crescente capacidade tecnológica de ouvir e decodificar sinfonias neuronais cada vez mais complexas, a neurociência acabará expandindo a limites quase inimagináveis a capacidade humana, que passará a se expressar muito além das fronteiras e limitações impostas tanto por nosso frágil corpo de primatas como por nosso senso de eu.&#8221;</p>
<p>Vai ler então&#8230;</p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>The future of the book 2</title>
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		<pubDate>Sun, 12 Jun 2011 15:51:53 +0000</pubDate>
		<dc:creator>julius</dc:creator>
				<category><![CDATA[artigo]]></category>
		<category><![CDATA[Featured]]></category>

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		<description><![CDATA[No dia 16 de maio (2011) tive a oportunidade de falar na Academia de Ideias, a questão era &#8220;O livro vai acabar?&#8221; e fez parte do curso &#8220;Reflexões sobre o mundo hiperconectado &#8211; A vida na era da convergência&#8221; dado pela equipe da Voël do qual faço parte. Tentei a todo custo não cair na velha forma dicotomica de analisar fatos e tendências. O foco é justamente levantar as tantas perguntas que permeiam a indústria do impresso e seu futuro em meio a presença crescente de tablets, e-books e números, como o da Amazon, mostrando o aumento da venda de e-books em comparação aos livros impressos. O gráfico abaixo ilustra isso: Como me interessa mais formular boas perguntas me diverti com as seguintes: Quais mudanças a leitura na tela introduzirá no que até hoje abordamos virando as páginas dos livros? O que ganharemos com os novos livrinhos (brancos, retos, de duas telas, etc) e o que perderemos? Quais os livros encerram os conhecimentos e devaneios que a humanidade acumula desde que se viu em condições de se escrever? Estamos sendo fiéis à sua função característica que é guardar em lugar seguro o que o esquecimento ameaça sempre destruir? Para Daniel [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>No dia 16 de maio (2011) tive a oportunidade de falar na <a href="http://www.academiadeideias.com/">Academia de Ideias</a>, a questão era &#8220;O livro vai acabar?&#8221; e fez parte do curso &#8220;<a title="Reflexões sobre o mundo hiperconectado - A vida na era da convergência" href="http://www.academiadeideias.com/blogAcademiaDeIdeias/?p=154" target="_blank">Reflexões sobre o mundo hiperconectado &#8211; A vida na era da convergência</a>&#8221; dado pela equipe da <a href="http://www.voel.in">Voël </a>do qual faço parte. Tentei a todo custo não cair na velha forma dicotomica de analisar fatos e tendências. O foco é justamente levantar as tantas perguntas que permeiam a indústria do impresso e seu futuro em meio a presença crescente de <a href="http://g1.globo.com/tecnologia/noticia/2011/02/tablet-de-menos-de-1kg-vira-caderno-livro-e-apostila-de-alunos-no-brasil.html">tablets</a>, <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Livro_digital">e-books</a> e números, como o da Amazon, mostrando o aumento da venda de e-books em comparação aos livros impressos. O gráfico abaixo ilustra isso:</p>
<p><img class="alignnone" title="e-books x books" src="http://www.webdialogos.com/wp-content/uploads/2010/08/web-dialogos-ebooks-vs-real-books-infografico1.jpg" alt="" width="560" height="834" /></p>
<p>Como me interessa mais formular boas perguntas me diverti com as seguintes:</p>
<p><!-- p.p1 {margin: 0.0px 0.0px 12.0px 0.0px; font: 24.0px 'Kozuka Gothic Pr6N'; color: #353535} span.s1 {letter-spacing: 0.0px} --></p>
<ul>
<li>Quais mudanças a leitura na tela introduzirá no que até hoje abordamos virando as páginas dos livros?</li>
<li>O que ganharemos com os novos livrinhos (brancos, retos, de duas telas, etc) e o que perderemos?</li>
<li>Quais os livros encerram os conhecimentos e devaneios que a humanidade acumula desde que se viu em condições de se escrever?</li>
<li>Estamos sendo fiéis à sua função característica que é guardar em lugar seguro o que o esquecimento ameaça sempre destruir?</li>
</ul>
<p>Para <a href="http://editoracontexto.com.br/blog/?p=923">Daniel Pinsky</a>, sócio-diretor da Editora Contexto, as editoras devem aproveitar a oportunidade que essa nova plataforma pode oferecer  e diz que &#8220;a digitalização, combinada à internet , vem contribuindo para que setores inteiros da industria editorial tenham de se adaptar, ou correr um grande risco de desaparecer, como no caso das editoras de referência (enciclopédias e dicionários)&#8221;.</p>
<p>Já para <a href="http://crh.ehess.fr/document.php?id=314">Roger Chartier</a> trata-se de uma <em>revolução</em>, ele diz &#8220;&#8230;o computador: ele não representa a morte do livro. A tela é apenas uma espécie de novo suporte para os textos, assim como o foram os códices [o livro montado em cadernos]. Por isso eu a considero uma nova revolução. O que está sendo distribuído pelas redes eletrônicas são textos&#8221;.</p>
<p>Podemos ainda considerar as diversas declarações, entrevistas e livros de <a href="http://www.umbertoeco.com/en/bibliography.html">Umberto Eco</a> sobre o <a href="http://www.digestivocultural.com/arquivo/nota.asp?codigo=1723&amp;titulo=Nao_contem_com_o_fim_do_livro,_uma_conversa_com_Umberto_Eco">assunto</a>, mas finalizo esse post com o que diz <a href="http://paulocoelho.com/br/">Paulo Coelho</a> sobre essa história, para ele “o ponto é que nós queremos, antes de mais nada, compartilhar algo“, diz o escritor, que ainda critica a indústria &#8211; ela estaria “pensando em direção oposta à de nossa realidade hoje“. Para o escritor a ganância &#8220;não entende que o mundo mudou&#8221;, e a ignorância &#8220;pensa que, se a música está disponível gratuitamente, as pessoas não comprarão o CD&#8221;.</p>
<p>E você o que acha de tudo isso, como tem feito suas leituras?</p>
<p>&nbsp;</p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>das atribuições de um designer de interação, segundo &#8220;o danny boy&#8221;</title>
		<link>http://www.julius.com.br/artigo/das-atribuicoes-de-um-designer-de-interacao-segundo-dan-saffer-usa/#utm_source=feed&#038;utm_medium=feed&#038;utm_campaign=feed</link>
		<comments>http://www.julius.com.br/artigo/das-atribuicoes-de-um-designer-de-interacao-segundo-dan-saffer-usa/#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 16 Feb 2011 18:11:48 +0000</pubDate>
		<dc:creator>julius</dc:creator>
				<category><![CDATA[artigo]]></category>
		<category><![CDATA[dan saffer]]></category>
		<category><![CDATA[design de interação]]></category>
		<category><![CDATA[ixd]]></category>

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		<description><![CDATA[Está lá na wikipedia&#8230; O designer de interação, na visão de Dan Saffer (USA), deve possuir sete atitudes: 1) Focar sempre no usuário – Saber entender o usuário é a chave do sucesso no design de interação, e a melhor forma de entendê-lo é questionando suas escolhas e observando suas ações. 2) Encontrar boas soluções – Desenvolver novos produtos e serviços implica criar as escolhas. Quando se tem duas opções, deve-se buscar sempre uma terceira. 3) Gerar muitas idéias e buscar uma prototipação rápida – Designers encontram suas soluções através da geração de muitas idéias. Para tangibilizar essas idéias, devem procurar montar protótipos rápidos, pois assim péssimas idéias são descartadas rapidamente após os primeiros testes. 4) Saber trabalhar de forma colaborativa – O design como ciência não está só, ele dialoga com vários campos do conhecimento humano. E o designer, da mesma forma, não deve se isolar. Ele deve trabalhar de forma colaborativa e utilizando vários recursos tecnológicos de comunicação. 5) Criar soluções apropriadas – O designer deve criar soluções apropriadas para determinado contexto em que os usuários estão inseridos. O contexto de uso do objeto ou do serviço deve estar em conformidade com o contexto histórico-social em que o [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Está lá na <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Design_de_intera%C3%A7%C3%A3o">wikipedia</a>&#8230;</p>
<p>O designer de interação, na visão de <a href="http://www.odannyboy.com/">Dan Saffer</a> (USA), deve possuir sete atitudes:</p>
<p>1) Focar sempre no usuário – Saber entender o usuário é a chave do sucesso no design de interação, e a melhor forma de entendê-lo é questionando suas escolhas e observando suas ações.</p>
<p>2) Encontrar boas soluções – Desenvolver novos produtos e serviços implica criar as escolhas. Quando se tem duas opções, deve-se buscar sempre uma terceira.</p>
<p>3) Gerar muitas idéias e buscar uma prototipação rápida – Designers encontram suas soluções através da geração de muitas idéias. Para tangibilizar essas idéias, devem procurar montar protótipos rápidos, pois assim péssimas idéias são descartadas rapidamente após os primeiros testes.</p>
<p>4) Saber trabalhar de forma colaborativa – O design como ciência não está só, ele dialoga com vários campos do conhecimento humano. E o designer, da mesma forma, não deve se isolar. Ele deve trabalhar de forma colaborativa e utilizando vários recursos tecnológicos de comunicação.</p>
<p>5) Criar soluções apropriadas – O designer deve criar soluções apropriadas para determinado contexto em que os usuários estão inseridos. O contexto de uso do objeto ou do serviço deve estar em conformidade com o contexto histórico-social em que o indivíduo está inserido.</p>
<p>6) Desenvolver com um amplo campo de influências – A interdisciplinaridade deve fazer parte do dia-a-dia do designer de interação e com isso ele deve se inspirar na busca por novas soluções.</p>
<p>7) Saber incorporar a emoção para seus projetos – O aspecto emocional dentro do desenvolvimento de um produto é o elo de ligação entre as pessoas e os aparatos tecnológicos. Produtos sem o componente emocional estão desconectados das pesssoas e são produtos sem-vida.</p>
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		<title>De que são feitas as memórias?</title>
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		<pubDate>Wed, 22 Dec 2010 02:24:25 +0000</pubDate>
		<dc:creator>julius</dc:creator>
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		<description><![CDATA[As memórias são a base do pensamento. Acessamos nosso repertório de conhecimentos cada vez que executamos uma tarefa, nos comunicamos por meio da fala ou formulamos os mais simples conceitos. No entanto, a forma física da memória sempre foi um mistério. Que mudanças ocorrem no cérebro quando uma nova memória é formada? Uma coisa que sabemos é que a formação da memória envolve o fortalecimento das conexões sinápticas entre células nervosas. Usando lesmas do mar, que têm um sistema nervoso relativamente simples, uma equipe liderada por Kelsey Martin, da Universidade da Califórnia, em Los Angeles, tornou-se no ano passado a primeira a observar as memórias sendo criadas, na forma denovas proteínas que aparecem nas sinapses. Mas onde o conhecimento é armazenado no cérebro de mamíferos complexos? Memórias de curto prazo, como um número de telefone que será utilizado de imediato, parecem ser armazenadas em duas pequenas estruturas curvilíneas chamadas hipocampo, enterradas nas profundezas dos dois hemisférios do cérebro. Em 2008, Courtney Miller e David Sweatt, da Universidade do Alabama, em Tuscaloosa, demonstraram em camundongos que, durante a primeira hora após um acontecimento memorável, houve mudanças químicas na composição do DNA de neurônios nessa área, alterando as proteínas produzidas. Durante a [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>As memórias são a base do pensamento. Acessamos nosso repertório de conhecimentos cada vez que executamos uma tarefa, nos comunicamos por meio da fala ou formulamos os mais simples conceitos. No entanto, a forma física da memória sempre foi um mistério. Que mudanças ocorrem no cérebro quando uma nova memória é formada?</p>
<p>Uma coisa que sabemos é que a formação da memória envolve o fortalecimento das conexões sinápticas entre células nervosas. Usando lesmas do mar, que têm um sistema nervoso relativamente simples, uma equipe liderada por Kelsey Martin, da Universidade da Califórnia, em Los Angeles, tornou-se no ano passado a primeira a observar as memórias sendo criadas, na forma denovas proteínas que aparecem nas sinapses.</p>
<p>Mas onde o conhecimento é armazenado no cérebro de mamíferos complexos? Memórias de curto prazo, como um número de telefone que será utilizado de imediato, parecem ser armazenadas em duas pequenas estruturas curvilíneas chamadas hipocampo, enterradas nas profundezas dos dois hemisférios do cérebro. Em 2008, Courtney Miller e David Sweatt, da Universidade do Alabama, em Tuscaloosa, demonstraram em camundongos que, durante a primeira hora após um acontecimento memorável, houve mudanças químicas na composição do DNA de neurônios nessa área, alterando as proteínas produzidas. Durante a semana posterior, ocorreram transformações similares nos genes dos neurônios no córtex. Essas alterações parecem ser permanentes, indicando que as memórias de longo prazo são armazenadas lá. A dupla acredita ter assistido à formação de memórias de curto prazo no hipocampo, que depois se tornaram memórias de longo prazo no córtex.</p>
<p>O cérebro presta mais atenção às coisas que nos assustam, já que lembrá-las pode fazer a diferença entre a vida e a morte. A estrutura ao lado do hipocampo chamada amígdala é conhecida por desempenhar um papel na criação dessa marca permanente. No ano passado, uma equipe liderada por Sheena Josselyn, no Sick Children Hospital, em Toronto, no Canadá, descobriu que nos ratos era possível apagar a memória de um ruído assustador matando os neurônios da amígdala, cujas sinapses haviam sido recentemente reforçadas após a exposição ao ruído. Pela primeira vez, uma memória específica foi rastreada até as células nervosas que a codificaram.</p>
<p>Ainda estamos muito longe de ver uma memória humana sendo criada, no entanto.</p>
<p>contunua&#8230;</p>
<p>Disponível em: <a href="http://info.abril.com.br/noticias/ciencia/enigmas-da-mente-19082010-14.shl">http://info.abril.com.br/noticias/ciencia/enigmas-da-mente-19082010-14.shl</a></p>
<p><a href="http://www.newsroom.ucla.edu/portal/ucla/neuroscientists-can-predict-your-160549.aspx" target="_blank"></a>Acesso em: 22/12/2010</p>
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		<title>Matéira de pesquisas da UCLA: Os neurocientistas podem prever seu comportamento melhor do que você</title>
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		<pubDate>Wed, 22 Dec 2010 00:45:18 +0000</pubDate>
		<dc:creator>julius</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Neuroscientists can predict your behavior better than you can Surprising UCLA brain scanning study has implications for advertising, public health campaignsBy Stuart Wolpert June 22, 2010 Matthew Lieberman&#8220;Half the money I spend on advertising is wasted; the trouble is I don&#8217;t know which half.&#8221;— John Wanamaker, 19th-century U.S. department store pioneer In a study with implications for the advertising industry and public health organizations, UCLA neuroscientists have shown they can use brain scanning to predict whether people will use sunscreen during a one-week period even better than the people themselves can. &#8220;There is a very long history within psychology of people not being very good judges of what they will actually do in a future situation,&#8221; said the study&#8217;s senior author, Matthew Lieberman, a UCLA professor of psychology and of psychiatry and biobehavioral sciences. &#8220;Many people &#8216;decide&#8217; to do things but then don&#8217;t do them.&#8221; The new study by Lieberman and lead author Emily Falk, who earned her doctorate in psychology from UCLA this month, shows that increased activity in a brain region called the medial prefrontal cortex among individuals viewing and listening to public service announcement slides on the importance of using sunscreen strongly indicated that these people were [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<h2>Neuroscientists can predict your behavior better than you can</h2>
<p>Surprising UCLA brain scanning study has implications for advertising, public health campaigns<br />By Stuart Wolpert June 22, 2010</p>
<p>Matthew Lieberman<br />&#8220;Half the money I spend on advertising is wasted; the trouble is I don&#8217;t know which half.&#8221;<br />— John Wanamaker, 19th-century U.S. department store pioneer</p>
<p>In a study with implications for the advertising industry and public health organizations, UCLA neuroscientists have shown they can use brain scanning to predict whether people will use sunscreen during a one-week period even better than the people themselves can.</p>
<p>&#8220;There is a very long history within psychology of people not being very good judges of what they will actually do in a future situation,&#8221; said the study&#8217;s senior author, Matthew Lieberman, a UCLA professor of psychology and of psychiatry and biobehavioral sciences. &#8220;Many people &#8216;decide&#8217; to do things but then don&#8217;t do them.&#8221;</p>
<p>The new study by Lieberman and lead author Emily Falk, who earned her doctorate in psychology from UCLA this month, shows that increased activity in a brain region called the medial prefrontal cortex among individuals viewing and listening to public service announcement slides on the importance of using sunscreen strongly indicated that these people were more likely to increase their use of sunscreen the following week, even beyond the people&#8217;s own expectations.<br /><span id="more-329"></span><br />&#8220;From this region of the brain, we can predict for about three-quarters of the people whether they will increase their use of sunscreen beyond what they say they will do,&#8221; Lieberman said. &#8220;If you just go by what people say they will do, you get fewer than half of the people accurately predicted, and using this brain region, we could do significantly better.&#8221;</p>
<p>&#8220;While most people&#8217;s self-reports are not very accurate, they do not realize their self-reports are wrong so often in predicting future behavior,&#8221; Falk said. &#8220;It is surprising to find out that some technique might be able to predict my own behavior better than I can. Yet the brain seems to reveal something important that we may not even realize.&#8221;</p>
<p>The study, the first persuasion study in neuroscience to predict behavior change, appears June 23 in the Journal of Neuroscience.</p>
<p>For the study, Falk, Lieberman and their collaborators sought people who did not use sunscreen every day. The study group consisted of 20 participants, mostly UCLA students, 10 female and 10 male. The participants had their brains scanned using functional magnetic resonance imaging (fMRI) at UCLA&#8217;s Ahmanson–Lovelace Brain Mapping Center as they saw and heard a series of public service announcements. They were also asked about their intentions to use sunscreen over the next week and their attitudes about sunscreen.</p>
<p>The participants were then contacted a week later and asked on how many days during the week they had used sunscreen.</p>
<p>Lieberman and Falk focused on part of the brain&#8217;s medial prefrontal cortex, which is located in the front of the brain, between the eyebrows. This brain region is associated with self-reflection — thinking about what we like and do not like and our motivations and desires.</p>
<p>&#8220;It is the one region of the prefrontal cortex that we know is disproportionately larger in humans than in other primates,&#8221; Lieberman said. &#8220;This region is associated with self-awareness and seems to be critical for thinking about yourself and thinking about your preferences and values.&#8221;</p>
<p>The researchers developed a model based on 10 people and tested it on the next 10. They shuffled the 20 people in different ways to test the model. There are more than 180,000 ways to divide the 20 people into groups, Falk said.</p>
<p>&#8220;We ran a simulation of the 180,000 combinations, developed our model on the first 10 subjects on each of the 180,000 simulations, and tested it on the second 10,&#8221; Falk said. &#8220;We saw a very reliable relationship, where for the vast majority of the 180,000 ways to divide the group up, this one region of the brain, the medial prefrontal cortex, does a very good job of predicting sunscreen use in the second group.&#8221;</p>
<p>This finding could be relevant to many public health organizations, as well as the advertising industry, Lieberman and Falk said.</p>
<p>&#8220;For advertisers, there may be a lot more that is knowable than is known, and this is a data-driven method for knowing more about how to create persuasive messages,&#8221; said Lieberman, one of the founders of social cognitive neuroscience.</p>
<h2>Neural focus groups</h2>
<p>While 19th-century department store pioneer John Wanamaker (quoted at the beginning of this release) advertised effectively for his stores in newspapers, he still said he was wasting half his advertising budget — only he didn&#8217;t know which half.</p>
<p>&#8220;We&#8217;re learning something about which half,&#8221; Lieberman said.</p>
<p>While advertising agencies often use focus groups to test commercials and movie trailers, in the future they and public health officials perhaps should add &#8220;neural focus groups&#8221; to test which messages will be effective while monitoring the brain activity of their subjects.</p>
<p>&#8220;A problem with standard focus groups,&#8221; Falk said, &#8220;is that people are lousy at reporting what they will actually do. We have not had much to supplement that approach, but in the future it may be possible to create what we are calling &#8216;neural focus groups.&#8217; Instead of talking with people about what they think they will do, a public health or advertising agency can study their brains and learn what they are really likely to do and how an advertisement would be likely to affect millions of other people as well.&#8221;</p>
<p>&#8220;Given that there are emerging technologies that are relatively portable and approximate some of what fMRI can do at a fraction of the cost, looking to the brain to shape persuasive messages could become a reality,&#8221; Lieberman said. &#8220;But we&#8217;re just at the beginning. This is one of the first papers on anything like this. There will be a series of papers over the next 10 years or more that will tell us what factors are driving neural responses.&#8221;</p>
<p>&#8220;We hope to build a sophisticated model of persuasion that may incorporate multiple brain regions,&#8221; said Falk, who studies the neural basis of persuasion and attitude change. She has been hired by the University of Michigan–Ann Arbor as an assistant professor of communication studies and psychology and a member of the university&#8217;s Institute for Social Research, starting in September.</p>
<p>While some people have emphasized reasoning and emotion as key areas on which to base advertising campaigns, a key question may be whether messages and advertisements can be produced that &#8220;make people feel, &#8216;This is about me and is relevant to my preferences and motivations,&#8217;&#8221; Falk said. &#8220;Perhaps effective messages reinforce our values, our self-identity, what motivates us. We will learn much more as we continue this line of research over the years.&#8221;</p>
<p>Neuroscientists will learn whether they can predict behavior better and are likely to obtain a more nuanced understanding of the roles played by different parts of brain regions, said Falk, who this March received UCLA&#8217;s Charles E. and Sue K. Young Award for outstanding research and teaching. She is interested in how to make more effective health and other public service messages aimed at young adults.</p>
<p>&#8220;There is still much we do not know about how to get people to make healthier choices,&#8221; Falk said. &#8220;We hope to learn much more about what makes messages more or less persuasive.&#8221;</p>
<p>Different brain regions may be important for persuading people to tell or e-mail their friends about a health message, product or service; Lieberman and Falk are studying this issue of &#8220;creating buzz&#8221; as well.</p>
<p>However, the implications of the research go far beyond advertising, Lieberman said.</p>
<p>&#8220;There are many applications beyond how you make a good 30-second commercial,&#8221; he said, &#8220;including how teachers can communicate better so their students won&#8217;t tune out or how doctors can convince patients to stick to their instructions. We all use persuasion in some form or another every day.&#8221;</p>
<h2>Beware of hucksters</h2>
<p>Some people are already offering &#8220;neuro-marketing,&#8221; purporting to help businesses sell their products and help candidates run their advertising campaigns, Lieberman noted. They may, for example, recommend what colors and sounds to use in commercials. Is this effective, or are they claiming expertise they do not possess?</p>
<p>&#8220;In general, they are taking simple views of how different parts of the brain work and are saying it is important to turn a particular part of the brain on when advertising, and therefore you should do more of this or that,&#8221; Lieberman said. &#8220;For instance, they will say you want to activate the amygdala because that is the brain&#8217;s emotion center. Typically they are not looking at the relationship between what happens in the brain when someone is exposed to an advertisement and what actually are the outcomes that you care about. For example, do people change their behavior? Does someone spread the message to others? Instead, they are giving generic analysis, and my guess is that the vast majority of the advice they are giving is not accurate.</p>
<p>&#8220;To really understand the relationship between the brain&#8217;s responses to brands and persuasive materials and desirable outcomes, you actually have to measure the outcomes that are desirable and not just say what should work,&#8221; he said. &#8220;There are many folks claiming to be neuroscientists who have read a little introductory neuroscience, and that is not enough expertise. It&#8217;s almost infinitely more complicated than that.&#8221;</p>
<p>Co-authors on the Journal of Neuroscience paper are Elliot Berkman, a UCLA graduate student of psychology in Lieberman&#8217;s laboratory who will be an assistant professor of psychology at the University of Oregon this fall; Traci Mann, a professor of psychology at the University of Minnesota–Minneapolis who was formerly on UCLA&#8217;s faculty; and Brittany Harrison, a former UCLA undergraduate student.</p>
<p>Disponível em: <a href="http://www.newsroom.ucla.edu/portal/ucla/neuroscientists-can-predict-your-160549.aspx" target="_blank">http://www.newsroom.ucla.edu/portal/ucla/neuroscientists-can-predict-your-160549.aspx</a>Acesso em: 28/06/2010</p>
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		<title>&#8220;Vamos esperar os cadáveres para agir contra o celular?&#8221;, questiona pesquisadora</title>
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		<pubDate>Sun, 07 Nov 2010 21:15:52 +0000</pubDate>
		<dc:creator>julius</dc:creator>
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		<description><![CDATA[(Matéria de Débora Mismett editora assistente de saúde, públicada originalmente na Folha.com) A epidemiologista Devra Davis lidera uma cruzada para fazer as pessoas deixarem o celular longe de suas cabeças. Convencida de que a radiação emitida pelo aparelho lesa a saúde, ela escreveu &#8220;Disconnect&#8221; (sem edição no Brasil), cuja base são pesquisas que começam a mostrar os efeitos dessa radiação no organismo. Nesta entrevista, ela também perguntou: &#8220;Vamos esperar as mortes começarem antes de mudar a relação com o celular?&#8221;. Folha &#8211; Quais os riscos para a saúde de quem usa celular? Devra Davis &#8211; Se você segurá-lo perto da cabeça ou do corpo, há muitos riscos de danos. Todos os celulares têm alertas sobre isso. As fabricantes sabem que não é seguro. Os limites [de radiação] definidos pelo FCC [que controla as comunicações nos EUA] são excedidos se você deixa o celular no bolso. Quais os riscos, exatamente? O risco de câncer é muito real, e as provas disso vão se avolumar se as pessoas não mudarem a maneira como usam os telefones. Trabalhei nas pesquisas sobre fumo passivo e amianto. Fiquei horrorizada ao perceber que só tomamos atitude depois de provas incontestáveis de que danificavam a saúde. Reconheço [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>(Matéria de Débora Mismett editora assistente de saúde, públicada originalmente na <a href="http://www1.folha.uol.com.br/equilibrioesaude/826872-vamos-esperar-os-cadaveres-para-agir-contra-o-celular-questiona-pesquisadora.shtml">Folha.com</a>)</p>
<p>A epidemiologista Devra Davis lidera uma cruzada para fazer as pessoas deixarem o celular longe de suas cabeças. Convencida de que a radiação emitida pelo aparelho lesa a saúde, ela escreveu &#8220;Disconnect&#8221; (sem edição no Brasil), cuja base são pesquisas que começam a mostrar os efeitos dessa radiação no organismo. Nesta entrevista, ela também perguntou: &#8220;Vamos esperar as mortes começarem antes de mudar a relação com o celular?&#8221;.</p>
<p><strong>Folha &#8211; Quais os riscos para a saúde de quem usa celular?</strong><br />
<strong>Devra Davis</strong> &#8211; Se você segurá-lo perto da cabeça ou do corpo, há muitos riscos de danos. Todos os celulares têm alertas sobre isso. As fabricantes sabem que não é seguro. Os limites [de radiação] definidos pelo FCC [que controla as comunicações nos EUA] são excedidos se você deixa o celular no bolso.</p>
<p><strong>Quais os riscos, exatamente?</strong><br />
O risco de câncer é muito real, e as provas disso vão se avolumar se as pessoas não mudarem a maneira como usam os telefones. Trabalhei nas pesquisas sobre fumo passivo e amianto. Fiquei horrorizada ao perceber que só tomamos atitude depois de provas incontestáveis de que danificavam a saúde.<br />
Reconheço que não temos provas conclusivas nesse momento. Escrevi o livro na esperança de que meu status como cientista tenha peso, e as pessoas entendam que há ameaça grave à saúde e podemos fazer algo a respeito.</p>
<p><strong>Mas há estudo em humanos que dê provas categóricas?</strong><br />
Quando você diz &#8220;provas&#8221;, você quer dizer cadáveres? Você acha que só devemos agir quando já tivermos prova? Terei que discordar. Hoje temos uma epidemia mundial de doenças ligadas ao fumo. O Brasil também tem uma epidemia de doenças relacionadas ao amianto. Só recentemente vocês agiram para controlar o amianto no Brasil, apesar de ele ainda ser usado. Ninguém vai dizer que nós esperamos o tempo certo para agir contra o tabaco ou o amianto. Estou colocando minha reputação científica em risco, dizendo: temos evidências fortes em pesquisas feitas em laboratório mostrando que essa radiação danifica células vivas.</p>
<p><strong>Qual a maior evidência disso?</strong><br />
A radiação enfraquece o esperma. Sabemos por pesquisas com humanos. As amostras de esperma foram dividas ao meio. Uma metade foi mantida sozinha, morrendo naturalmente. A outra foi exposta a radiação de celulares e morreu três vezes mais rápido. Homens que usam celulares por quatro horas ao dia têm a metade da contagem de esperma em relação aos demais.</p>
<p><strong>Crianças correm mais perigo?</strong><br />
O crânio das crianças é mais fino, seus cérebros estão se desenvolvendo. A radiação do celular penetra duas vezes mais. E a medula óssea de uma criança absorve dez vezes mais radiação das micro-ondas do celular. É uma bomba-relógio. A França tornou ilegal vender celular voltado às crianças. Nos EUA, temos comerciais encorajando celular para crianças. É terrível. Fico horrorizada com a tendência de as pessoas darem celulares para bebês e crianças brincarem. Sabemos que pode haver um vício no estímulo causado pela radiação de micro-ondas. Ela estimula receptores de opioides no cérebro.</p>
<p><strong>Jovens usam muitos gadgets que emitem radiação.</strong><br />
Sim, e eles não estão a par dos alertas que vêm com esses aparelhos. Não é para manter um notebook ligado perto do corpo. As empresas colocam os avisos em letras miúdas para reduzir sua responsabilidade quando as pessoas ficarem doentes.</p>
<p><strong>É possível comparar a radiação de celular à fumaça?</strong><br />
Sim. O tabaco é um risco maior. Mas nunca tivemos 100% da população fumando. Agora, temos 100% das pessoas usando celular. Então, ainda que o risco relativo não seja tão grande, o impacto pode ser devastador.</p>
<p><strong>Nos maços de cigarro, há aquelas fotos horríveis. Esse é o caminho para o celular?</strong><br />
Isso é o que foi proposto no Estado do Maine (EUA). Está se formando um grande movimento para alertar as pessoas a respeito dos celulares. Isso é o que aconteceu com o fumo passivo. Vamos começar a ver limites para a maneira e os locais onde as pessoas usam celular. A maioria não sabe que, se você está tentado conversar num celular em um elevador, a radiação está rebatendo nas paredes e fica mais intensa em você e em quem estiver perto.</p>
<p><strong>Além de usar fones, o que é possível fazer para prevenir?</strong><br />
Enviar mensagens de texto é mais seguro do que falar. Ficar com o celular nas mãos, longe do corpo, é bom, e mantê-lo desligado também.</p>
<p><strong>Mas celular é um vício!</strong><br />
Sim. Temos que usá-lo de forma mais inteligente.</p>
<p>-</p>
<table>
<tbody>
<tr>
<td rowspan="3"></td>
<td>Arte</td>
<td rowspan="3"></td>
</tr>
<tr>
<td><img src="http://f.i.uol.com.br/folha/cotidiano/images/1031160.jpeg" border="0" alt="Celular" /><img class="alignnone" src="http://f.i.uol.com.br/folha/cotidiano/images/1031160.jpeg" alt="" width="635" height="412" /></td>
</tr>
<tr>
<td></td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p><strong>RAIO-X</strong></p>
<p><strong>FORMAÇÃO</strong><br />
Doutora em estudos científicos pela Universidade de Chicago e mestre em saúde pública pela Johns Hopkins</p>
<p><strong>ATIVISMO</strong><br />
É fundadora da ONG Environmental Health Trust, que faz campanhas sobre riscos do tabaco, amianto e dos celulares para a saúde</p>
<p><strong>LIVROS</strong><br />
&#8220;When Smoke Ran Like Water&#8221; (2002), sobre poluição, &#8220;The Secret History of the War on Cancer&#8221; (2007), sobre as causas ambientais do câncer, e &#8220;Disconnect&#8221; (2010)</p>
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		<title>MoLIC designer</title>
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		<pubDate>Thu, 07 Oct 2010 14:29:04 +0000</pubDate>
		<dc:creator>julius</dc:creator>
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		<category><![CDATA[dcu]]></category>
		<category><![CDATA[interaction]]></category>
		<category><![CDATA[molic]]></category>
		<category><![CDATA[tool]]></category>
		<category><![CDATA[ux]]></category>

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		<description><![CDATA[MoLIC is a language to model the interaction between users and softwares as a conversation between the software&#8217;s designer and the users. The language is an epistemic tool created by Semiotic Engineering Research Group. The MoLIC Designer is a tool made to support the construction of MoLIC diagrams by Interaction Design experts or students. As MoLIC helps you to think of interaction, the Designer will help you to better structure and organize the whole interaction project. more: http://code.google.com/p/molic-designer]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<!-- ProPlayer by Isa Goksu --><div name="mediaspace" id="mediaspace"><div class="pro-player-container" width="560px" height="401px"><div id="pro-player-220pp-single-4f31bf3ad6012"></div></div></div><script type="text/javascript" charset="utf-8">var flashvars = {width: "560",height: "401",autostart: "false",repeat: "false",backcolor: "111111",frontcolor: "cccccc",lightcolor: "66cc00",stretching: "fill",enablejs: "true",mute: "false",skin: "http://www.julius.com.br/wp-content/plugins/proplayer/players/skins/default.swf",logo: "http://www.julius.com.br/wp-content/plugins/proplayer/players/watermark.png",image: "http://www.julius.com.br/wp-content/plugins/proplayer/players/preview.png",plugins: "",javascriptid: "220pp-single-4f31bf3ad6012",image: "http://www.julius.com.br/wp-content/plugins/proplayer/players/preview.png",file: 'http://www.julius.com.br/wp-content/plugins/proplayer/playlist-controller.php?pp_playlist_id=220pp-single-4f31bf3ad6012&sid=1328660283'};var params = {wmode: "transparent",allowfullscreen: "true",allowscriptaccess: "always",allownetworking: "all"};var attributes = {id: "obj-pro-player-220pp-single-4f31bf3ad6012",name: "obj-pro-player-220pp-single-4f31bf3ad6012"};swfobject.embedSWF("http://www.julius.com.br/wp-content/plugins/proplayer/players/player.swf", "pro-player-220pp-single-4f31bf3ad6012", "560", "401", "9.0.0", false, flashvars, params, attributes);</script>
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